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Ex-diretor de creche suspeito de estupro de crianças rompe tornozeleira e vira foragido em Timon

Ex-diretor de creche suspeito de estupro de crianças rompe tornozeleira e vira foragido em Timon

A polícia passou a considerar foragido Alberto Luiz Freitas Monção, de 49 anos, ex-diretor-adjunto de uma creche em Timon. Alberto é suspeito de estupro contra crianças, após ele romper a tornozeleira eletrônica. Ele teria abandonado o equipamento no terminal rodoviário da cidade e, desde então, as autoridades não o localizaram mais.

Prisão preventiva

O investigado cumpria prisão domiciliar com monitoramento eletrônico. Segundo a Polícia Civil do Maranhão, o rompimento da tornozeleira ocorreu no último domingo (05).

Após a comunicação do caso e a adoção das medidas legais, a Justiça decretou a prisão preventiva de Alberto Luiz Freitas Monção na quarta-feira (08). Com a expedição do mandado, a Justiça passou a considerá-lo foragido. A Polícia Civil informou que continua realizando diligências para localizar e prender o investigado, garantindo o cumprimento da decisão judicial.

Ex-diretor é suspeito de violência sexual em Timon

O ex-diretor-adjunto de creche, Alberto Luiz Freitas Monção, foi preso no dia 27 de maio suspeito de estupro de vulnerável na cidade de Timon. Uma das vítimas é uma criança de três anos. Ainda de acordo com a polícia, a investigação teve início após a mãe de uma das vítimas registrar a ocorrência.

As filmagens registraram o investigado conduzindo a vítima e uma outra criança para um depósito isolado e sem câmeras da instituição, onde permaneceram trancados por alguns minutos. A suspeita é de que o diretor retirava de forma frequente as crianças da sala de aula e as trancava no referido depósito sob o pretexto de fornecer brinquedos ou usar o celular.

Justiça revoga prisão de ex-diretor de creche suspeito de estupro

No mês passado, uma decisão da Justiça do Maranhão revogou a prisão preventiva do ex-diretor-adjunto suspeito de estupro de vulnerável contra crianças de 2 a 3 anos de idade.

Por fim, o juiz Rogério Monteles, da 1ª Vara Criminal de Timon, tomou a decisão após entender que o Ministério Público não apresentou a denúncia dentro do prazo legal e concordou com uma prorrogação que ele considerou incompatível com os prazos previstos no Código de Processo Penal.

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Leilane vilaça

Escritor e colunista

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