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Alexandre de Moraes pede que a PGR se manifeste sobre uma notícia-crime contra Jair Bolsonaro, que sugere prisão preventiva por incitação e obstrução da justiça.

Moraes manda PGR se manifestar sobre prisão de Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se pronuncie sobre uma notícia-crime contra Jair Bolsonaro. Bem como, o pedido foi feito pela vereadora Liana Cirne (PT), do Recife (PE), e sugere a possibilidade de prisão preventiva do ex-presidente.

Decisão de Alexandre de Moraes sobre Bolsonaro

Protocolada em 16 de março, a notícia-crime acusa Jair Bolsonaro de cometer três crimes:

  1. Obstrução da justiça
  2. Incitação de crimes contra as instituições democráticas
  3. Coação no curso do processo

O motivo seria a convocação feita por Bolsonaro para manifestações a favor da anistia dos presos pelos atos de 8 de janeiro de 2023.

Leia mais: Bolsonaro se manifesta sobre missionária presa pelo 8/1

Manifestação da PGR

Na ação, a vereadora Liana Cirne pede que a PGR analise:

  • O possível cometimento dos crimes por Bolsonaro
  • A necessidade de prisão preventiva
  • A aplicação de medidas cautelares

Além disso, no dia 18 de março, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, determinou que a PGR se manifestasse. A Secretaria Judiciária do STF encaminhou a solicitação ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, no dia 19 de março. Até esta quarta-feira (2), a PGR ainda não havia se posicionado sobre o caso.

O que pode acontecer agora?

Dessa forma, a decisão de Alexandre de Moraes pode levar a três possíveis desdobramentos:

1️⃣ A PGR pode arquivar o pedido, caso entenda que não há elementos suficientes para justificar uma investigação formal contra Bolsonaro.
2️⃣ A PGR pode recomendar medidas cautelares, como restrições de comunicação ou monitoramento eletrônico.
3️⃣ A PGR pode sugerir uma denúncia formal, que abriria um novo inquérito criminal contra o ex-presidente.

Portanto, a expectativa agora é que Paulo Gonet, chefe da PGR, avalie os argumentos e tome uma decisão sobre a continuidade ou arquivamento da notícia-crime.

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Wemilly Moraes

Escritor e colunista

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