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Israel deporta mais 171 ativistas de flotilha, incluindo Greta

Israel deporta mais 171 ativistas de flotilha, incluindo Greta

O Ministério das Relações Exteriores israelense confirmou que deportou um grupo de 171 ativistas da Flotilha Global Sumud. Entre os deportados está a notória ativista sueca Greta Thunberg, de Israel para a Grécia e a Eslováquia nesta segunda-feira (06).

Detalhes da deportação e total de ativistas

O Ministério das Relações Exteriores de Israel detalhou a ação em um comunicado divulgado na rede social X:

– Outros 171 provocadores da Flotilha Hamas-Sumud, incluindo Greta Thunberg, foram deportados hoje de Israel para a Grécia e a Eslováquia –

A deportação deste grupo elevou para mais de 340 o número total de ativistas que Israel deportou entre o último sábado (4) e esta segunda-feira, de um total aproximado de 470 pessoas que as autoridades detiveram após interceptarem a flotilha.

Nacionalidades dos deportados e posição do governo israelense

Os ativistas deportados possuem cidadania de diversos países. De acordo com o comunicado, eles são originários da:

  • Europa: Grécia, Itália, França, Irlanda, Suécia, Polônia, Alemanha, Bulgária, Lituânia, Áustria, Luxemburgo, Finlândia, Dinamarca, Eslováquia, Suíça, Noruega, Reino Unido e Sérvia.
  • Américas: Estados Unidos.

Nesse sentido, o governo israelense também fez questão de afirmar que “todos os direitos legais dos participantes dessa manobra de relações públicas foram e continuarão a ser totalmente respeitados”.

Alegações de violência e maus-tratos

Em contraste com a declaração do governo, os advogados da Adalah, equipe jurídica que representa a flotilha, relataram as denúncias feitas pelos detidos. Os ativistas alegaram ter sofrido agressões e violência generalizada tanto durante a transferência do porto para a prisão quanto nos primeiros dias em que estiveram sob custódia.

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Leilane vilaça

Escritor e colunista

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