Uma mulher de 32 anos e seu filho, de apenas 12, foram atacados com golpes de arma branca e pauladas na madrugada desta quarta-feira (10), no bairro Andiroba, localizado na zona rural de São Luís.
Invasão e tentativa de feminicídio
De acordo com informações da polícia, o principal suspeito do crime é Heitor, ex-companheiro da mulher. Ele teria invadido a casa da vítima pelo telhado, demonstrando premeditação e extrema violência.
Segundo a Polícia Civil do Maranhão, o crime se enquadra como tentativa de feminicídio e tentativa de homicídio, motivado pela não aceitação do fim do relacionamento por parte do agressor.
Estado de saúde de mãe e filho
Após o ataque, mãe e filho foram socorridos em estado grave e encaminhados ao Hospital Municipal Clementino Moura (Socorrão II), na região da Cidade Operária, em São Luís. Conforme atualização da polícia, “o estado de saúde das vítimas inspira cuidados”.
Investigação em andamento
O caso está sob responsabilidade do Departamento de Feminicídio da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP). Enquanto isso, o agressor permanece foragido e está sendo procurado pela Polícia Militar.
Principais canais de atendimento ao enfrentamento da violência contra a mulher
Emergência – 190
Ligue para a Polícia Militar em casos urgentes. O atendimento é gratuito, imediato e funciona 24 horas por dia.
Central de Atendimento à Mulher – 180
Este é um canal do governo federal, que recebe e encaminha denúncias aos órgãos competentes. Além disso, oferece informações sobre os direitos das mulheres e os locais de atendimento mais próximos, como as Delegacias de Atendimento à Mulher (Deam).
Delegacias Especializadas da Mulher
Procure uma Delegacia Especializada da Mulher (Deam) mais próxima. Se for fora do horário comercial, dirija-se a uma delegacia comum.
Atualmente, o Maranhão possui 22 Delegacias Especializadas da Mulher, incluindo uma com atendimento 24 horas na capital. Nas cidades onde ainda não há unidades especializadas, estão sendo implantados núcleos de atendimento à mulher vítima de violência, com atendimento reservado, humanizado e realizado, sempre que possível, por agentes do sexo feminino.