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Mulher é baleada pelo ex-companheiro que não aceitava término, em São João Batista

Mulher é baleada pelo ex-companheiro que não aceitava término, em São João Batista

O ex-companheiro baleou uma mulher de 27 anos na noite de segunda-feira (08), no povoado Romana, na zona rural de São João Batista. Segundo o relato da vítima à polícia, o homem não aceitava o fim do relacionamento.

Suspeito pediu para reatar e, por fim, efetuou disparo

A mulher contou aos policiais, já internada no Hospital Municipal de São João Batista, que estava na casa da irmã quando o ex-companheiro, identificado como Alex Everton Diniz, de 32 anos, chegou pedindo para reatar. Ela se recusou, e ele sacou uma arma efetuando disparo.

Ainda de acordo com o relato, após o tiro, o homem teria desferido coronhadas na cabeça da ex-mulher. Moradores próximos ouviram o barulho e foram até o local, momento em que o suspeito fugiu.

A mulher recebeu atendimento médico logo após a tentativa de feminicídio.

Suspeito encontrado morto após o crime

Após o crime, o suspeito tirou a própria vida, segundo a polícia. Ele foi encontrado morto no quarto da casa da avó, no povoado Jabotituba, em São João Batista.

Feminicídio em Cantanhede

O ex-companheiro, com quem manteve uma união estável por três anos, matou a facadas uma mulher, identificada como Valéria Lopes Costa, no município de Cantanhede.

O autor do feminicídio, conforme a polícia, é Ismael Ribeiro Rodrigues, que fugiu do local do crime e ainda é procurado. O assassinato ocorreu na noite de domingo (7), por volta das 23h40, no povoado Tambá, zona rural de Cantanhede.

Os dois estavam em uma festa no povoado quando Ismael, que estaria embriagado, passou a afirmar repetidamente que mataria a vítima. Minutos depois das ameaças, ele atacou Valéria com vários golpes de faca. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Motivação e buscas pelo suspeito

A Polícia Civil suspeita que a motivação do crime tenha sido a recente separação do casal, que morava junto, mas os dois se separaram há poucos dias.

A Polícia Civil reforça que você pode fazer denúncias de forma anônima pelo 190, pelo Disque 180 ou diretamente nas Delegacias de Atendimento à Mulher.

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Leilane vilaça

Escritor e colunista

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