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Policial penal e diretor-geral da Unidade Prisional de Coroatá é morto em São Luís

Policial penal e diretor-geral da Unidade Prisional de Coroatá é morto em São Luís

O policial penal Dyego Mendes Ferraz, que atuava como diretor-geral da Unidade Prisional de Coroatá foi morto, após uma suposta discussão no trânsito na noite de sábado (11). O caso aconteceu no bairro da Forquilha, em São Luís.

De acordo com as informações preliminares, a vítima teria se envolvido em uma discussão com outro motorista. Além disso, durante o desentendimento, o suspeito efetuou disparos de arma de fogo contra Dyego, que não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Nota de pesar da SEA

Em nota, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP) lamentou a morte do policial. Leia a nota na íntegra:

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP) manifesta profundo pesar pelo falecimento do Policial Penal Dyego Antônio Mendes Ferraz da Silva, Diretor da UPR de Coroatá.

Neste momento de tristeza e dor, nos solidarizamos com os familiares, amigos e colegas de trabalho, expressando sinceras condolências pela perda do exímio servidor.

A secretaria também reconhece e agradece pelos anos de dedicação, compromisso e relevantes serviços prestados ao Sistema Penitenciário Maranhense.

Carreira e detalhes do servidor

Dyego era policial penal desde 2017 e exercia atualmente o cargo de diretor-geral da unidade prisional de Coroatá, município localizado a cerca de 260 km da capital maranhense.

Ele deixa esposa e três filhos. A família realizará o velório neste domingo (12), a partir das 12h, na Central de Velórios Pax Calhau. Em seguida, a família realizará o memorial e a cremação no Crematório Pax União.

Investigação policial

A Polícia Civil deve investigar as circunstâncias do crime. Além disso, as autoridades trabalham para identificar as circunstâncias e também o autor dos disparos.

O inquérito policial, instaurado imediatamente após o homicídio, está sob a responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Nesse sentido, a polícia busca colher depoimentos de testemunhas, analisar imagens de câmeras de segurança na região da Forquilha e realizar perícias para a identificação e captura do atirador.

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Leilane vilaça

Escritor e colunista

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