Ao encerrar a mensagem, afirmou que a preservação ambiental também fortalece a economia brasileira
O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco afirmou nesta semana, que o governo federal voltou a tratar a pauta ambiental como vetor de desenvolvimento.
Pronunciamento oficial
Em pronunciamento em rede nacional, ele destacou medidas adotadas para enfrentar os impactos de um possível novo El Niño. De acordo com Capobianco, o governo reforçou o monitoramento e ampliou a estrutura de prevenção e combate aos incêndios florestais.
Combate às queimadas
Durante o pronunciamento, o ministro do meio ambiente afirmou que foi colocado em campo o maior contingente de brigadistas da história.
“Neste ano, diante da previsão de um novo El Niño, reforçamos o monitoramento e colocamos em campo o maior contingente de brigadistas da nossa história. Aumentamos o número de aeronaves e equipamentos de prevenção e combate e apoiamos em mais de meio bilhão de reais os corpos de Bombeiros dos estados onde há mais incêndios florestais”, declarou.
O ministro também destacou que o governo tem buscado conciliar crescimento econômico e preservação ambiental, com investimentos em ciência, monitoramento e fortalecimento de órgãos como o Ibama e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
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Resultados ambientais
No pronunciamento, Capobianco citou a redução do desmatamento em diferentes biomas brasileiros. Nesse sentido, a queda foi de 50% na Amazônia, 32% no Cerrado e 65% no Pantanal nos últimos três anos. Além disso, o ministro também destacou a criação de novas áreas protegidas, o reconhecimento de terras indígenas e territórios quilombolas.
Ao encerrar a mensagem, afirmou que a preservação ambiental também fortalece a economia brasileira.
“Hoje, no mundo inteiro, são os critérios ambientais que definem acordos comerciais e abrem as portas do investimento. Proteger as nossas florestas, os nossos rios e a vida de nossas famílias já seria razão suficiente e é, ao mesmo tempo, uma garantia para o futuro próspero da economia brasileira”, disse.