A Guiné, ou Guiné-Conacri, país da África Ocidental com um dos piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do mundo, enfrenta graves problemas sociais, pobreza extrema e se tornou rota do narcotráfico internacional. Além disso, com uma população majoritariamente muçulmana — cerca de 85% —, o desafio para o trabalho missionário é ainda maior.
Apesar desse cenário, a Junta de Missões Mundiais (JMM) mantém atuação no país há vários anos, por meio do trabalho de missionários brasileiros e guineenses.
Trabalho da Missão no país
Por conseguinte, o trabalho da JMM na Guiné envolve plantação de igrejas, projetos de desenvolvimento comunitário e ações com jovens em conflito com a lei, utilizando o futebol e oficinas de corte e costura como ferramentas de transformação.
Impacto em presídio da capital
Como resultado, um dos projetos de maior impacto acontece em um presídio da capital, Conacri. A missão batizou nove internos neste ano, e outros 30 estão em processo de discipulado. Adicionalmente, em uma das aulas recentes, missionários destacaram a responsabilidade de cada convertido em compartilhar o Evangelho, o que surpreendeu os novos cristãos.
“Você está dizendo que nós podemos fazer um trabalho tão importante quanto o do missionário?”, questionou um deles.
Celebração dos resultados
Por fim, o pastor João Marcos Barreto Soares, diretor-executivo da Junta de Missões Mundiais (JMM), celebrou os frutos do trabalho: “É motivo de alegria ver que alcançamos nossos irmãos guineenses e agora os mobilizamos para evangelizar, mesmo em meio a tantas adversidades”.