Durante a operação, foram apreendidos celulares, documentos e outros materiais
A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) prendeu, na manhã desta sexta-feira (17), um suposto pastor investigado por crimes sexuais e estelionato durante a operação ‘Falso Profeta’, realizada em Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís.
Local da operação e comunidade religiosa
A ação teve como alvo um imóvel no bairro Recanto do Poeta, onde funciona um espaço ligado à igreja Shekinah House Church. De acordo com as investigações, no local, viviam entre 100 e 150 fiéis sob a liderança do suspeito, que não teve a identidade revelada.
O pastor foi localizado por volta das 5h, dentro de um quarto, acompanhado de outro líder religioso. Contra ele, havia mandado de prisão. Além disso, as equipes também cumpriram mandado de busca e apreensão.
Crimes Investigados
De acordo com a Polícia Civil, os investigadores apontam o suspeito como autor de estelionato, estupro de vulnerável, posse sexual mediante fraude e associação criminosa.
Durante a operação, as equipes apreenderam celulares, documentos e outros materiais que devem ajudar no andamento das investigações.
Local da Operação e Comunidade Religiosa
A ação teve como alvo um imóvel no bairro Recanto do Poeta, onde funciona um espaço ligado à igreja Shekinah House Church. No local, viviam entre 100 e 150 fiéis sob a liderança do suspeito, que não teve a identidade revelada.
Detalhes da Prisão e Mandados
A equipe policial localizou o pastor por volta das 5h, dentro de um quarto, acompanhado de outro líder religioso. Contra ele, havia mandado de prisão. As equipes também cumpriram mandado de busca e apreensão.
Crimes Investigados
De acordo com a Polícia Civil, os investigadores apontam o suspeito como autor de estelionato, estupro de vulnerável, posse sexual mediante fraude e associação criminosa.
Apreensão de Materiais
Durante a operação, os policiais apreenderam celulares, documentos e outros materiais que devem ajudar no andamento das investigações.
Andamento do inquérito
O inquérito que apura o caso está em andamento há cerca de dois anos e já identificou, até agora, entre cinco e seis vítimas. Nesse sentido, a polícia continua o trabalho para localizar outras possíveis vítimas e reunir mais provas.