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“Se a gente não falar de Jesus nesse ritmo, o Reino perde”, diz Silas Magalhães sobre novo trabalho

“Se a gente não falar de Jesus nesse ritmo, o Reino perde”, diz Silas Magalhães sobre novo trabalho

O artista também explicou como pensou cada detalhe da construção sonora da faixa

“Eu componho minhas músicas de Bíblia aberta”. Essa é uma das respostas que Silas Magalhães dá a quem critica seu estilo musical durante entrevista ao Comunhão Entrevista.

Bastidores e a ideia por trás da música da Copa

Em meio ao clima de Copa e ao lançamento de “Bênçãos Reais”, o cantor abriu o jogo sobre a faixa que mistura referências do futebol, samba, funk e trap. Na conversa, ele também falou sobre resistência dentro do meio gospel e sobre a escolha de usar ritmos populares para falar de fé.

Durante a conversa, Silas contou que a ideia da música surgiu enquanto organizava os lançamentos do DVD “De Volta ao Jardim”. Segundo ele, havia um espaço no calendário justamente no período da Copa, o que despertou a vontade de criar algo que carregasse “musicalidade, fé e esse assunto de Copa”, mas de uma forma diferente do óbvio.

O artista também explicou como pensou cada detalhe da construção sonora da faixa. Além disso, elementos como surdo, tamborim e batidas de funk foram escolhidos para transmitir “brasilidade” e criar uma atmosfera que lembrasse arquibancada e torcida.

Resistência no mercado gospel e aposta na música urbana

Ao longo da entrevista, Silas relembrou o período em que enfrentou resistência por apostar na música urbana dentro do gospel. “Sofri muita pressão no início”, afirmou. Ele contou ainda que decidiu seguir no estilo mesmo ouvindo opiniões contrárias e disse acreditar que o propósito da sua música vai além do ambiente da igreja.

Outro momento que chama atenção é quando o cantor comenta as reações em torno de “Domingos à Noite”, faixa que provocou debates nas redes sociais por abordar hipocrisia e aparência dentro da vivência cristã. Sem fugir do tema, ele afirma que prefere compor “de Bíblia aberta” e defende que a música também precisa confrontar

Próximos passos e a busca por um caminho autêntico

Silas ainda falou sobre propósito, influência cultural, críticas ao preconceito contra ritmos populares e revelou detalhes dos próximos lançamentos do DVD gravado ao vivo.

Entre trap, soul, samba e referências bíblicas, a conversa mostra um artista disposto a seguir um caminho pouco comum dentro da música gospel brasileira.

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Leilane vilaça

Escritor e colunista

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