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“Brasileiras são programadas para criar confusão”, diz enviado de Trump

O italiano Paolo Zampolli, representante do atual governo americano, deu declarações xenofóbicas após acusação de agressão física e sexual por sua ex-companheira, a brasileira Amanda Ungaro.

O cenário diplomático e político internacional se agitou por uma declaração extremamente polêmica nesta semana. Paolo Zampolli, que atua como enviado especial para parcerias globais do governo do presidente americano Donald Trump, declarou em entrevista que as “mulheres brasileiras são programadas para criar confusão”. A fala xenofóbica e machista ocorreu em resposta às graves acusações de violência doméstica feitas por sua ex-esposa.

Como “Brasileiras são programadas para criar confusão”?

A declaração ocorreu na quinta-feira (23), durante uma entrevista concedida por Zampolli à emissora italiana RAI. No questionamento sobre as polêmicas envolvendo o fim do seu relacionamento de quase 20 anos, o enviado do governo americano tentou desqualificar a sua ex-companheira utilizando um estereótipo negativo sobre as mulheres do Brasil.

Para justificar a sua fala, Zampolli chegou a culpar o consumo de telenovelas pelo comportamento da população brasileira. “Os brasileiros assistem a novelas e são todos um pouco assim. Você já ouviu dizer que as brasileiras enganam todo mundo, né? Não é como se fosse a primeira vez”, disparou o italiano durante a transmissão, gerando imediata revolta nas redes sociais e repúdio internacional.

As graves acusações de agressão feitas por Amanda Ungaro

A ex-modelo brasileira Amanda Ungaro acusou Zampolli de cometer abusos físicos, psicológicos e sexuais ao longo da relação conjugal. Em seus relatos, a brasileira afirma que foi vítima de socos no rosto ao recusar relações sexuais com o ex-companheiro.

Para embasar a denúncia, Amanda chegou a apresentar fotografias de hematomas profundos como prova documental das agressões que sofreu. Em sua defesa, o italiano nega veementemente todos os crimes. O representante de Trump tenta se colocar na posição de vítima, alegando que a ex-mulher forjou as acusações em uma tentativa desesperada de prejudicar a sua reputação profissional e imagem pública nos Estados Unidos e na Itália.

Deportação e os laços do enviado com Jeffrey Epstein

O caso ganha contornos ainda mais dramáticos quando envolve o peso político do acusado. A ex-modelo relata que o seu antigo companheiro está utilizando a sua forte influência dentro do atual governo Trump para forçar a deportação dela do território americano. O objetivo cruel dessa manobra jurídica, segundo Amanda, seria impedi-la de ver e conviver com o próprio filho do casal.

Durante a mesma entrevista, houve confronto com Zampolli sobre as suas antigas conexões com Jeffrey Epstein, o magnata americano que recebeu condenação por explorar uma rede de crimes sexuais. Por isso, trocas de e-mails do caso Epstein mostraram que ambos tentaram adquirir, em conjunto, uma agência de modelos no passado. O italiano confirmou a negociação fracassada, mas negou qualquer participação ou conhecimento sobre os crimes cometidos pelo falecido bilionário contra menores de idade.

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