A campanha de 2026 reforçou o protagonismo da nova geração espanhola, liderada por jogadores como Lamine Yamal, Pedri, Rodri, Nico Williams e Ferrán Torres
A Espanha voltou ao topo do futebol mundial neste domingo (19). Com a vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, na prorrogação, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, a Fúria conquistou o segundo título da Copa do Mundo de sua história e encerrou um jejum de 16 anos sem levantar a principal taça do futebol.
Vitória histórica
O gol do título foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação, garantindo mais uma conquista histórica para a seleção espanhola, que repetiu um roteiro semelhante ao do Mundial de 2010, quando derrotou a Holanda também por 1 a 0 no tempo extra, com gol de Andrés Iniesta.
Com o resultado, a Espanha passou a integrar o seleto grupo de seleções bicampeãs mundiais.
Espanha repete feito de 2010
A campanha de 2026 reforçou o protagonismo da nova geração espanhola, liderada por jogadores como Lamine Yamal, Pedri, Rodri, Nico Williams e Ferrán Torres. Nesse sentido, como ocorreu na Copa do Mundo da África do Sul, em 2010, a decisão foi resolvida apenas na prorrogação. Além disso, naquele Mundial, Andrés Iniesta marcou o gol do título diante da Holanda. Desta vez, Ferrán Torres foi o responsável por garantir a conquista sobre a Argentina.
Espanha entra para o grupo das bicampeãs
Com o segundo título mundial, a Espanha alcançou França e Uruguai na lista das seleções com duas conquistas da Copa do Mundo.
O ranking de campeões passou a ser composto da seguinte forma:
- Brasil – 5 títulos;
- Alemanha – 4 títulos;
- Itália – 4 títulos;
- Argentina – 3 títulos;
- Espanha – 2 títulos;
- França – 2 títulos;
- Uruguai – 2 títulos;
- Inglaterra – 1 título.
Por fim, apesar do bicampeonato, a seleção espanhola ainda está atrás das maiores vencedoras da história da competição, lideradas pelo Brasil.